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Resenhas de @nalufelps

Jogada DecisivaLyssa Kay Adams
Jogada DecisivaLyssa Kay Adams · há 18 sem

Não funcionou

Se eu contar pra vocês que uma das primeiras leituras do ano já foi decepcionante… Comecei Jogada Decisiva com expectativas nas alturas, afinal, estamos falando da mesma autora de Clube do Livro dos Homens, uma série que ganhou meu coração com seus personagens carismáticos e diálogos afiados. Achei que ia encontrar outro romance gostosinho, mas infelizmente, essa tal jogada foi bem fraca. A proposta era um clichê legal: um jogador de beisebol em crise (Eric Weaver) prestes a perder tudo, recebe uma última chance, porém com um pequeno detalhe: seu novo treinador é ninguém menos que Nicki Bates, sua ex. Que o odeia. Ela é forte, decidida, focada na carreira… e, sinceramente, o único motivo que me fez seguir até o final do livro. Passou por algo traumático no passado e eu me sensibilizei muito nessa parte. Eric, por outro lado, me deu vontade de jogar o kindle na parede. Que personagem chato, gente! Ele tem rompantes de raiva que beiram o descontrole, toma decisões questionáveis e insiste em ignorar os limites da Nicki. Em vários momentos me vi mais irritada do que envolvida. A leitura fluiu com muito esforço, especialmente nos capítulos narrados por ele. Já os da Nicki são realmente o que salva, já que ela é determinada, sarcástica na medida certa e uma ótima protagonista. O romance tem aquele trope de segunda chance, mas, na minha opinião, falta química, ou melhor: faltou o Eric merecer essa segunda chance. Eu queria torcer pelos dois, mas acabei torcendo mais pra que ela fugisse enquanto dava tempo. É uma pena, porque a autora tem uma escrita gostosa e divertida, e eu queria muito gostar mais dessa história. Não foi de todo ruim (mais uma vez, salvo pela Nicki) mas comparado aos outros livros da autora, esse definitivamente não entrou pra minha lista de favoritos.

Caverna do DragãoEduardo Luiz de Campos Assumpção
Caverna do DragãoEduardo Luiz de Campos Assumpção · há 26 sem

Resenha - Caverna do Dragão: O Reino (Blog Entre Páginas)

Oi gente, tudo bem com vocês? Resenha de hoje curtinha, mas de um livro maravilhoso! Quem aí nunca assistiu um episódio que seja de Caverna do Dragão? (espero que muita gente, se não vou me sentir velha hahaha) Todo mundo conhece a história dos 6 amigos que foram parar no Reino, conheceram o Mestre dos Magos (que tem aquele habito maravilhoso de deixar todo mundo falando sozinho), receberam as Armas do Poder, e lutam contra o vilão, O Vingador (de um chifre só kkkkkk), tentando sempre encontrar uma maneira de voltar para casa. Como todos que acompanharam a saga sabem o último episódio da mesma não foi produzido. Após longos 27 episódios, divididos em três temporadas... ficamos sem um final. E foi aí que Eduardo Damone viu uma oportunidade, e criou uma fanfic inspirada em Caverna do Dragão,a fanfic virou um livro, e o resultado foi IN-CRÍ-VEL! Confesso que nunca havia lido uma fanfic, e justamente por isso tinha certo preconceito, imaginei que encontraria algo mal escrito, amador, mas o que encontrei foi um LIVRO com uma história maravilhosa, cheia de aventura, ação, romance (porque não?) e que me prendeu do início ao fim. Quando acabei o livro, tive que entrar em contato com o autor de tão surpresa que fiquei com o final, todas as reviravoltas... Precisava de mais um livro (E graças a Deus ele escreveu mais dois!). Caverna do Dragão – O Reino não conta a história do desenho, a risca, mas nos apresenta a história de cada um dos personagens antes de entrarem no Reino, e o que acontece por lá. É maravilhoso conhecer um pouco mais dos personagens, como se conheceram, qual a relação entre si, como foram parar no Reino. Essa parte da história é narrada em capítulos alternados com as aventuras vividas no atualmente, como um “antes” e “agora”, e são muitas aventuras viu?! Quando nos recuperamos de um susto, aparece outro pior. Claro que o livro é cheio de referências ao desenho, e podemos encontrar vários easter eggs durante a leitura, mas ele não se prende, nos faz imaginar muito mais, dá um novo rumo à história, e com certeza um novo final. Eduardo Damone tem uma escrita muito leve, fácil de entender, e o livro é cheio de referências atuais. Os personagens são extremamente cativantes, e como no desenho, Erick é o meu preferido, e a Sheila a mais sem sal hahaha. A personalidade de cada um deles é bem fiel ao desenho, mas posso dizer que Damone conseguiu aprofundar isso, mostrar um lado de cada um que o desenho não mostrou, criou laços que deixaram a trama muito mais interessante, e somado isso a vida dos jovens amigos antes de caírem no Reino, a história ficou maravilhosa! Como disse anteriormente, o final do primeiro livro me deixou NO CHÃO! Entrei em contato com o autor, disse o quanto o livro acabou comigo, que não aceitava o final, e que eu precisava de um fim diferente, de outro livro, de qualquer coisa que me tirasse daquela bad. Em resposta ele lançou mais dois livros, esses fogem um pouco da temática do desenho, e entram mais na fantasia que o autor criou através dele. A qualidade da história continua a mesma, e a aventura sem fim hahaha.

Amor por enganoLynn Painter
Amor por enganoLynn Painter · há 40 sem

Coloca fogo em tudo

Me identifiquei com a Olívia botando fogo nas cartas, mas colocar fogo no apartamento junto foi inesperado kkkk. Amo o enemies to lovers, e essa história é leve, engraçada e com vários momentos de expectativa! Uma boa história pra sair da ressaca literária.

FinaleStephanie Garber
FinaleStephanie Garber · há 40 sem

Terminou

Terminar essa série mexeu comigo. Caraval foi uma das minhas fantasias preferidas dos últimos tempos, toda a fantasia com arcanos, o baralho do destino… Ela teve o final que merecia, empolgante, emocionante e eu já me sinto órfã da série!

O outro lado de tudo issoKim Lock
O outro lado de tudo issoKim Lock · há 40 sem

Uma leitura lenta, mas muito boa!

Essa foi uma leitura lenta, mas muito interessante. Acompanhar ela lutando com suas limitações, se redescobrindo, vencendo medos… Eu gostei muito! As pessoas que ela conhece pelo caminho, a relação com o doguinho (me deu vontade de ter um salsichinha tbm!!), o luto, a dor, e ao mesmo tempo a superação. Tudo nesse livro é emocionante!

O Lado Mais SombrioA. G. Howard
O Lado Mais SombrioA. G. Howard · há 40 sem

Ainda não sei dizer o que senti

O começo dessa história é bem confuso, mas a partir do momento que ela entra no país das maravilhas as coisas começam a melhorar. O triângulo amoroso é fraco, e confesso que não gostei do Morfeu. Quero ler os próximos livros e ver como a história vai terminar.

Infelizmente suaTessa Bailey
Infelizmente suaTessa Bailey · há 40 sem

Eu gostei!

Comecei esse livro sem grandes expectativas, mas acabei gostando muito! A família voz é horrível, fiquei com dó da Natalie em vários momentos. O romance é bem fofo, tem hot na medida certa, uma história que me conquistou!

Dr. LoveLeisa Rayven
Dr. LoveLeisa Rayven · há 41 sem

O que eu menos gostei

Dr. Love se passa no mesmo universo de Mr. Romance e Professor Feelgood. Aqui conhecemos Toby e Joanna, que teriam tudo para ser o casal perfeito, se não fosse um detalhe: o aplicativo que o próprio Toby criou prova exatamente o contrário: a compatibilidade deles é praticamente nula. Como o app “não falha” e ambos já estão cansados de decepções, decidem ser apenas amigos e negar a atração absurda que sentem, enquanto tentam lidar com seus problemas pessoais. Mas será que o amor pode mesmo ser reduzido a estatísticas? Minhas impressões: Comecei sem expectativas, me empolguei… e depois me frustrei um pouquinho. Mesmo sendo um romance clichê, esperei um desenvolvimento melhor dos personagens. A Jo tem dois segredos importantes: um eu já desconfiava, o outro me surpreendeu. Mas, com todo dinheiro e oportunidades que tinha, esperava que ela buscasse ajuda real, em vez de se esconder atrás de mentiras. Pra mim, ela acabou se negligenciando sem necessidade. Já o Toby começou cheio de conflitos: sem casa, lidando com o acidente do pai, a cirurgia e ainda a peça da irmã. Mas, no final, tudo girou apenas em torno dele e da Jo. Senti falta de a autora explorar mais esses arcos (inclusive a saga da IA rebelde, que se resolveu rápido e fácil demais). Ah, e para quem gosta de romance hot: tem muita tensão sexual, mas cena intensa mesmo só aparece lá pelos 87% do livro. No geral, gostei dos personagens, me diverti em algumas cenas e torci pelo casal. Mas entre todos os livros desse universo, esse não foi meu favorito, fiquei com a sensação de que a história poderia ter entregado bem mais.

Rivais a bordoAngie Hockman
Rivais a bordoAngie Hockman · há 41 sem

Bom, mas não ótimo

O início desse livro é bem chatinho, mas depois que pega o ritmo ele fica bem legal. O Greme é um fofo, gostei dele desde o início, a Henley achei um pouco pirracenta e a irmã dela me irritou também! O plot do chefe eu já esperava né? Ridículo! Mas no fim das contas foi uma leitura que valeu a pena.

Não era pra ser uma história de amorSarah Adler
Não era pra ser uma história de amorSarah Adler · há 41 sem

Me Surpreendeu!

Comecei essa história sem grandes expectativas, mas fui me rendendo aos poucos, e no final eu amei! Acompanhar as duas histórias de amor, os tempos diferentes, foi bem gostoso viu? Uma leitura que valeu a pena.

O dilema da noivaElena Armas
O dilema da noivaElena Armas · há 41 sem

Fofinho, mas o primeiro é melhor

Eu gosto desse universo e da trope de relacionamento falso, mas essa protagonista não me ganhou tanto. Muitas mentiras desnecessárias, uma enrolação que não convence sabe? Achei que os protagonistas do outro livro são bem melhores! O romance é até fofinho, mas tbm não me convenceu infelizmente.

Na Estrada Com o ExBeth O'Leary
Na Estrada Com o ExBeth O'Leary · há 62 sem

Sou fã de road trips!

Acho que eu já contei aqui que sou fã de road trips, e essa daqui foi mais uma que me ganhou! Uma viagem cheia de emoção, rancor mal resolvido e, quem diria... reconexão. Imagine que você planejou a viagem de carro perfeita com sua irmã para o casamento de uma amiga. Tudo indo bem até que… BUM! Um carro bate na traseira do seu. E adivinha quem está dirigindo? Seu ex. Com o melhor amigo problemático que você simplesmente odeia. Como o carro deles ficou todo danificado e o destino é o mesmo, eles pedem carona. São só algumas horinhas todos juntos no mesmo carro. O que poderia dar errado? 🤡 Em Na Estrada com o Ex, Beth O’Leary nos apresenta Addie e Dylan, um casal que já viveu um grande amor e uma grande bagunça emocional. Eles se reencontram de forma nada planejada: presos na mesma estrada, rumo ao mesmo casamento, dividindo o mesmo carro. Horas de silêncios constrangedores, memórias pipocando a cada curva e sentimentos que insistem em não morrer. A história é contada em capítulos alternados entre passado e presente. No presente, acompanhamos a tensão da viagem, as conversas não ditas e os imprevistos catastróficos (e hilários). Já no passado, entendemos como o relacionamento desmoronou: mágoas, ciúmes, falhas de comunicação e a sensação de que o amor, sozinho, não basta. O passado foi a parte que menos me envolveu. É mais melancólico e denso, e o Marcus, melhor amigo do Dylan, me irritou MUUUITO com suas atitudes mesquinhas e egoístas (E o Dylan também com a sua falta de pulso forte). Já o presente é leve, divertido e cheio de caos, do jeitinho que eu gosto! Senti que os personagens secundários brilharam, e todos têm papel importante no desfecho. Na Estrada com o Ex não é só um livro sobre uma viagem. É uma jornada emocional sobre amor, perdão, amadurecimento, e sobre o que acontece quando o passado e o presente colidem... literalmente.

Nem te contoEmily Henry
Nem te contoEmily Henry · há 62 sem

Nem te conto... o quanto eu amei esse livro!!

Daphne achava que estava vivendo um romance de filme… até descobrir que o noivo dela estava apaixonado pela melhor amiga de infância. Clássico? Talvez. Doloroso? Com certeza. Mas é aí que começa a verdadeira história. Abandonada numa cidadezinha à beira do lago, com o coração partido e um emprego de bibliotecária infantil que mal paga as contas (mas pelo menos é o emprego dos sonhos), Daphne se vê dividindo o teto com ninguém menos que o ex da atual noiva do seu ex (confuso né??), o caótico e carismático Miles Nowak. E é desse combo improvável que nasce um plano genial: fingir que estão vivendo um verão de puro romance, cheio de fotos provocativas e momentos "acidentalmente" perfeitos para as redes sociais. Mas é claro que o fingimento nunca é só fingimento, né? E Emily Henry entrega tudo que a gente ama: diálogos afiados, tensão romântica gritante e personagens que parecem gente de verdade, com suas manias, dores e jeitos de amar. Nem Te Conto é sobre lidar com a dor de ser deixada para trás e, ao mesmo tempo, se permitir viver algo novo. É leve, divertido, apaixonante… e completamente viciante. Sou fã dos livros da Emily Henry e Nem Te Conto ganhou um lugar especial no meu coração, boa parte disso graças a Miles Nowak. Ele é caótico, desorganizado, fã de músicas deprês, boca suja e com o tipo de charme que aparece quando a gente menos espera. Ele é engraçado sem forçar, carinhoso sem ser clichê, imperfeito de um jeito absurdamente real. Miles é o completo oposto da Daphne, que é contida, prática, uma mulher que vive tentando manter tudo sob controle. E é justamente nessa diferença que nasce a conexão mais gostosa de acompanhar. Ao longo do livro, a amizade dos dois vai crescendo com cuidado, com cumplicidade, e com conversas sinceras que fazem a gente rir e suspirar. O plano de fingirem estar juntos nas redes sociais poderia ser só um clichê divertido, mas aqui se transforma num processo bonito de cura, confiança e redescoberta. Emily Henry entregou mais uma vez personagens com profundidade, vulnerabilidade e uma química que transborda das páginas. Nem Te Conto não é só sobre um verão fingido, é sobre recomeçar, permitir-se ser amada de verdade, e perceber que, às vezes, o final feliz vem do lugar mais improvável.

Sinais do amorHannah Bonam-Young
Sinais do amorHannah Bonam-Young · há 62 sem

Esse eu amei!

Sinais de Amor veio para tirar o gostinho amargo que "Minha Melhor Parte" deixou, e vou contar pra vocês porque. “Às vezes, o amor mais bonito nasce no caos mais improvável.” Chloe é uma mulher que cresceu tentando agradar os outros, como uma forma de agradecer ao universo a chance que recebeu ao ser adotada. Ao descobrir que sua mãe biológica (uma mulher marcada por vícios e negligências) teve outro bebê, Chloe, movida pelo instinto de proteção, decide lutar pela guarda da irmã mais nova. Só que a Chloe não tem renda o suficiente para se manter e a bebê, e então ela entra para um programa social inusitado, onde dois guardiões em potencial dividem um apartamento. É assim que ela conhece Warren: um mecânico rabugento, sarcástico e cheio de traumas, que quer a custódia do irmão surdo, porém não tem uma casa que abrigue os dois. Warren tem a renda, Chloe tem o teto, e assim começa uma "família". A convivência forçada entre esses dois opostos promete faíscas, bate-bocas... e uma construção linda de confiança e amizade. Minha primeira experiêcia com a escrita da autora foi em "Minha Melhor Parte", e sai da leitura frustrada, pois esperava um destaque maior para as condições especiais do livro (já que é esse o diferencial né?) e só encontrei um hot bem raso. Talvez isso tenha feito com que eu baixasse as expectativas? Pode ser. O fato é que a leitura de Sinais de Amor foi infinitamente melhor. É legal ver a construção desse relacionamento, os dois aprendendo a lidar com seus traumas e a confiar novamente. Os diálogos são engraçados, principalmente os em linguagens de sinais, e tortam a leitura mais leve. O livro brilha ao mostrar a transformação de um ambiente desconfortável em um lar improvável. Warren, que a princípio parece inacessível, revela um lado protetor e sensível que derrete qualquer coração. Já Chloe é puro coração: empática, determinada, corajosa. A tensão entre os protagonistas é daquele tipo que faz a gente morder o lábio e gritar mentalmente: beijem logo!! Mas ao mesmo tempo, o livro é mais do que romance. É sobre resiliência, empatia e a busca por um lugar onde se possa pertencer, mesmo que esse lugar seja construído tijolinho por tijolinho, junto com alguém que também está tentando não desmoronar. ✨ Tropes: slow burn, fake dating, found family, ele se apaixona primeiro!

Viva para contarLisa Gardner
Viva para contarLisa Gardner · há 62 sem

Mais um bom suspense para a conta!

Viva Para Contar foi a segunda leitura coletiva do @maisumcapitulobh, e foi um livro que mexeu muito com as nossas participantes. *Avisos de gatilho*: esse livro contém violência familiar, assassin@t*, traumas de infância, transtornos mentais em crianças. A história gira em torno de Danielle Burton, uma enfermeira pediátrica que trabalha em uma unidade psiquiátrica infantil e carrega consigo um passado traumático: aos nove anos, ela foi a única sobrevivente de um massacre familiar. Anos depois, novos crimes começam a ocorrer com uma assustadora semelhança ao que ela viveu. Paralelamente, a detetive D.D. Warren é chamada para investigar uma série de assassinatos ligados a famílias que têm filhos com graves transtornos psiquiátricos. Em algum momento o caminho das duas vai se encontrar, e a história toma um rumo que ninguém espera! Ao longo da trama vamos conhecendo vários personagens que nos causam empatia, suspeita e aversão. Lisa Gardner mergulha fundo na complexidade da saúde mental infantil e nos dilemas enfrentados por pais e profissionais da área. O livro levanta questões pesadas, como a dificuldade de diagnosticar e tratar crianças com distúrbios severos, a exaustão emocional das famílias e o medo constante de que algo terrível aconteça (ou que já esteja acontecendo.) Viva Para Contar é um thriller intenso, daqueles que te puxam para dentro da trama e só te soltam depois da última página, e mesmo assim, deixam pensando nele por muito tempo. Escrito por Lisa Gardner, o livro é o quarto da série da detetive D.D. Warren, mas pode ser lido separadamente sem prejuízo da compreensão (embora os fãs da série aproveitem melhor algumas nuances da personagem).

E não sobrou nenhumAgatha Christie
E não sobrou nenhumAgatha Christie · há 65 sem

Um dos meus preferidos dela

Quando 10 desconhecidos são convidados a passar o fim de semana em uma ilha misteriosa, não podiam imaginar o que estava prester a acontecer... Cada um guarda um segredo do passado a 7 chaves e quando mortes começam a acontecer na ilha, (uma a uma), seguindo os versos de uma antiga canção infantil, eles começam a se perguntar se seus segredos estão tão bem guardados assim.. Será que estão mesmo sozinhos? A tensão cresce, a paranoia domina, e quando menos se espera... Não é segredo que eu sou uma grande fã de Agatha Christie. Seus mistérios elaborados, cheios de detalhes e muitas vezes quase impossíveis de decifrar quem é o criminoso até ela decida nos revelar, sempre me prenderam até a última página. É o tipo de livro que te faz pensar, te faz de bobo e ainda ri. Com "E não sobrou nenhum" não foi diferente, pelo contrário! Enquanto em outros livros acompanhamos investigadores tentando desvendar o crime, aqui lidamos apenas com os devaneios e suspeitas dos prórpios personagens, e isso torna ainda mais dificil "adivinhar" quem está por tras de tudo, afinal, todos parecem suspeitos e inocentes ao mesmo tempo. Agatha Christie constrói aqui uma atmosfera sufocante, em que cada detalhe importa. E o final, surprende a todos os leitores! Essa foi sem dúvida uma das minhas leituras preferidas da autora, e acredito que faz jus ao lugar de destque que ocupa entre os livros do gênero!

Um amor cinco estrelasBeth O'Leary
Um amor cinco estrelasBeth O'Leary · há 67 sem

Eu amo essa autora!

Continuando nosso #JunhoRomântico, que tal um romance leve, cheio de personagens carismáticos e ambientado no Natal? 📖 Em Um Amor Cinco Estrelas, somos levados a um hotel de luxo no interior da Inglaterra e a acompanhar as histórias de quem passa por lá (e quem trabalha nos bastidores também). Izzy é uma jovem que aceita um trabalho temporário em um hotel como recepcionista. Após uma situação complicada na vida pessoal, ela vê nessa nova rotina uma oportunidade de recomeçar, respirar fundo e se reconectar com ela mesma. Izzy é a personificação da alegria por onde passa, mas por dentro carrega suas inseguranças e dúvidas sobre o que realmente quer da vida. Do outro lado, temos Lucas, outro funcionário do hotel. Perfeccionista, sério, e aparentemente um tanto inacessível, ele é o oposto da Izzy e se irrita muito com a personalidade alegre dela, mas, logo entendemos que por trás da fachada controlada existe um homem lidando com perdas, pressões e uma bagagem emocional que pesa mais do que ele admite. Depois de anos lidando com dificuldades financeiras, o Hotel parece enfim prestes a fechar as portas de vez, a não ser que um verdadeiro milagre de Natal aconteça antes da virada do ano. Então, quando Izzy e Lucas são obrigados a trabalhar juntos na recepção por conta de cortes de custos, eles não têm escolha a não ser deixar suas diferenças de lado na tentativa de fazer o hotel sobreviver. ✍🏼 Os dois, que parecem tão opostos, acabam se cruzando em turnos longos, momentos delicados e pequenas gentilezas. E é nesse cotidiano que um laço começa a se formar, não de forma rápida ou forçada, mas com a delicadeza de quem aprende a confiar e a se abrir de novo. Um Amor Cinco Estrelas é mais do que um romance: é uma história sobre acolhimento, empatia e o valor de se permitir ser vulnerável. Os personagens não se apaixonam porque estão prontos, mas justamente porque aprendem juntos que não precisam estar. A Mansão Forest Hotel & Spa é uma casa de histórias e todos os personagens aqui tem algo para contar. É um romance leve, que nos inspira, e faz querer viver um amor cinco estrelas. ❤️

As Quatro Rainhas MortasAstrid Scholte
As Quatro Rainhas MortasAstrid Scholte · há 67 sem

Que PLOT foi esse?

As Quatro Rainhas Mortas foi a 3ª leitura do @maisumcapitulobh. No tema Fantasia, a história nos apresentou uma boa trama política, doses de suspense e plots inimagináveis. Foi uma das minhas leituras preferidas do ano até agora! Quadara é um reino dividido em quatro quadrantes, cada um governado por uma rainha, com seus costumes e regras. Para manter a paz, nenhuma delas pode casar, ter filhos ou sair de seu território, e os quadrantes precisam manter sua individualidade (salvo algumas situações críticas). Governam juntas, mas separadas. Até que as rainhas começam a morrer, segredos são expostos, e vamos percebendo que as regras não são tão respeitadas assim... Fora do castelo conheçemos Keralie, uma ladra sarcástica e destemida, que se vê envolvida em um mistério e (talvez) uma trama política que pode mudar o destino do reino. Qual a ligação dela com a morte das rainhas? Inicialmente achei a leitura um pouquinho arrastada. São muitas rainhas, regras, personagens, e como a narrativa alterna entre o ponto de vista de cada uma delas e o da Keralie, temos muitas informações de uma vez. Mas a partir do momento que a gente acostuma e pega o ritmo, a história flui. A autora constrói um quebra-cabeça cheio de reviravoltas e questionamentos sobre poder, lealdade e quem realmente podemos confiar. O final não é nada previsível, e a história conseguiu me deixar no escuro até os últimos capítulos. Uma das coisas que eu mais curti foi o ritmo rápido dos capítulos da 3ª e 4ª parte, com aquele ar de "só mais um". Além disso, gostei demais da da Keralie, que é inteligente e cheia de atitude, sem perder a humanidade. O livro tem um plot twist digno daquele “como não vi isso vindo?! e uma ambientação bem diferente do padrão da fantasia, alguns quadrantes são arcaicos, outros futuristas... Observações: Não é um mundo mega complexo com sistemas de magia, então se você busca algo mais “Game of Thrones”, talvez ache raso. Além disso O foco é mais no mistério do que na construção política profunda. Se você gosta de intriga, tensão crescente, protagonistas espertas e finais com boas viradas, tenho certeza que vai gostar desse livro.

A caixa no bosqueMaureen Johnson
A caixa no bosqueMaureen Johnson · há 73 sem

A Caixa no Bosque

Se você gosta de mistério, segredos enterrados (literalmente) e uma pitada de humor sagaz, prepare-se para se perder nas páginas de A Caixa no Bosque, uma história do universo da série Cordialmente Cruel, de Maureen Johnson. Neste livro, voltamos ao mundo de Stevie Bell, a jovem detetive amadora que já se envolveu em mistérios macabros no instituto Ellingham. Agora, Stevie recebe um convite irrecusável: passar alguns dias em um acampamento no meio do nada, acompanhada de seus amigos, para investigar um crime não solucionado, ocorrido há muitos anos atrás na propriedade. E quando pistas antigas começam a aparecer, e o assassino parece estar de volta, Stevie precisa usar sua mente afiada para ligar os pontos e solucionar mais um caso antes que seja tarde demais. 💬 Maureen Johnson sabe como prender o leitor do início ao fim, mesclando suspense, diálogos inteligentes e um toque de sarcasmo irresistível. Stevie continua sendo uma protagonista fofa e realista, com suas inseguranças, obsessões por crimes e dificuldades para lidar com emoções. Seu grupo de amigos também brilha, trazendo dinamismo à trama. O Mistério é bem construído, e o livro entrega pistas aos poucos, deixando o leitor constantemente intrigado. Nada é jogado ao acaso, e as peças se encaixam de maneira satisfatória. Um ponto que pode ser negativo para alguns é que o ritmo inicial é mais lento, o começo pode parecer um pouco arrastado, mas quando a investigação realmente decola, a leitura flui muito melhor. Além disso, o foco maior é mais na investigação do que no desenvolvimento dos personagens secundários, então quem espera mais exploração das relações entre os amigos pode sentir falta de um pouco mais de profundidade nesse aspecto. Se você é fã de mistérios juvenis, ama uma investigação bem feita e gosta de protagonistas espertas, A Caixa no Bosque é leitura perfeita!

Morando com um vampiroJenna Levine
Morando com um vampiroJenna Levine · há 73 sem

Morando com um Vampiro

Vamos falar sobre Morando Com Um Vampiro, a primeira leitura do Clube do Livro Mais Um Capítulo?! O tema do mês era Comédia Romântica, e esse foi o livro escolhido por votação no nosso grupo. Cassie é uma garota prestes a ser expulsa do apartamento onde mora, e precisa urgentemente arrumar um novo lugar pra morar. Apaixonada por arte mas sem conseguir viver financeiramente disso ela não tem muitas opções, e quando vê um anúncio de um apartamento MUITO bom por um preço MUITO baixo, ela resolver fazer uma visita. O dono do apartamento é Frederick, um cara bem bonito e também bem incomum: dorme o dia todo, some a noite, fala e se veste como se não fosse dessa época, se apresenta muito bem… Tem algo errado? Provavelmente. Mas morar com os amigos não é uma opção, Cassie não tem muito dinheiro, e Frederick a trata muito bem. Eles começam a dividir o apartamento e tudo vai relativamente bem, conversam por bilhetes, quase não se veem, até que Cassie começa a observar que a casa não tem panelas, tem um armário que ela não pode mexer, e quando finalmente ela acha bolsas de sang*e na casa, é que ela entende onde realmente foi se meter. Cassie confronta Frederick, que faz uma proposta pra ela, e daqui pra frente… ✍🏼 Minhas considerações: Eu não tinha muitas expectativas para esse livro, e ainda assim fiquei levemente decepcionada. Não foi uma leitura ruim, mas acho que a proposta do livro era muito boa e foi mal explorada nesse primeiro volume. Tudo sobre a história individual da Cassie e do Frederick é muito raso, e os poucos personagens secundários aparecem apenas para que a história não se concentre nos dois. O final foi bem corrido e o plot polêmico (‼️), mas o livro tem boas cenas engraçadas que tornam a leitura mais leve. Reginald é um personagem que SALVA o livro, seu tom irônico e as trocas de mensagens dão o tom cômico a história, e fiquei feliz que o segundo livro da série seja sobre ele. Foi uma experiência de leitura interessante tanto pra mim quanto para as meninas do grupo, e mesmo que a história tenha suas falhas, foi engraçada, gerou debate e muitas risadas!

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